Esclareço aos membros da comunidade universitária que, a despeito da interpretação que está sendo dada ao meu depoimento à Radio Universidade veiculado no dia de hoje (16 de novembro), não defendi nem defendo o corte dos 183 cargos comissionados.
O que afirmei é que não sou favorável a uma estrutura administrativa que remunere os chefes e responsáveis técnico-administrativos mediante o expediente de cargos comissionados, que esta forma favorece a utilização política da maquina administrativa, que a remuneração diferenciada destes cargos deveria estar prevista na carreira e que o seu preenchimento deveria ser efetivado mediante avaliação transparente de desempenho e não pela adesão ao Reitor de turno.
Qualquer outra interpretação é mera ilação dos seus autores.